Oito casas de prostituição foram fechadas pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE) deflagrada nesta quarta-feira (5). Nove pessoas foram presas e oito mandatos de busca e apreensão foram cumpridos. Um suspeito está foragido. O grupo é envolvido com a administração das casas, que funcionavam em Fortaleza.
Segundo o promotor Marcos William, do MP, a operação denominada “Dignitatem” foi desencadeada por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco-CE), com apoio da Polícia Civil, e Coordenadoria de Inteligência (Coin), da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
Três equipes da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoas (DHPP), duas da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), e outras duas equipes da Polícia Civil se mobilizaram na ação. A equipe foi até as casas nos bairros Aldeota e Luciano Cavalcante e apreenderam agendas, computadores e documentos que, segundo o MP, comprovam o funcionamento de estabelecimentos como casas de exploração sexual.
Nenhuma das garotas que trabalhavam nos locais foram presas, já que prostituição não é crime, mas sim a exploração sexual.
Os suspeitos foram levados para a Delegacia de Capturas (Decap) e vão realizar os procedimentos legais. O material apreendido foi levado à DHPP.
Segundo o MP, o objetivo da operação é combater a exploração sexual e corrupção de menores. Os presos devem responder na Justiça por crimes como formação de quadrilha, manter casa de prostituição, exploração sexual e corrupção de menores.

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